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Notícias e Atualidades

Tenho teratoma, e agora?

O termo “teratoma” costuma causar apreensão, mas é importante entender do que se trata. Teratomas são tumores originados de células germinativas, mais frequentemente localizados nos ovários. O tipo mais frequente é o teratoma maduro (ou cisto dermoide), geralmente benigno, responsável por cerca de 95% dos casos. Acomete predominantemente mulheres em idade reprodutiva e pode estar presente em um ou ambos os ovários.

O diagnóstico é feito, inicialmente, por ultrassonografia pélvica. Em alguns casos, são necessários exames complementares, como ressonância magnética ou tomografia, para avaliar melhor as características da lesão.

O tratamento é cirúrgico. Lesões pequenas podem ser tratadas com cirurgia conservadora, preservando o ovário. Em casos maiores ou com suspeita de malignidade, indica-se a ooforectomia (remoção do ovário acometido). Teratomas malignos, embora raros, podem requerer cirurgia ampliada e quimioterapia.

A ausência de tratamento pode levar a complicações como torção ovariana, ruptura e, em alguns casos, impacto na fertilidade.